quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Um pouco de ti (com saudade)

Hoje quando olho para ti
É como se já não visse nada
É como se simplesmente não te olhasse

Não tens o que eu procuro dentro de ti
Portanto é como se simplesmente eu fosse cega
Cega por este amor que reflecte saudade

Queria ter-te aqui
Como uma chama que não apaga a ausência
Como um fogo que arde até consumir o inconsumivel
Como um fogo que deixa rasto
Deixa pra trás uma historia
As marcas destes tempos

Tenho pena
De quando te olho já não ver nada
Tenho saudades destes nossos velhos tempos
Em que a saudade não era saudade
Em que o amor era mais do que amor

Quero a tua presença
Descartar esta ausência
Quero este sol
Que marca
Que mata
E que sossega

Porque?
Diz me o motivo de me ofereceres a saudade
Quando só te pedi um pouco de ti
Em mim , só um pouco de ti

1 comentário:

  1. Eu sempre afirmei, desde que tu me mostraste este texto, que ele era fabuloso. Talvez nao o consiga perceber na totalidade, mas do que percebo é magnifico. Nunca pares.

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